Você mudou seus hábitos para melhor ou pior?

Você mudou seus hábitos para melhor ou pior?
 
Afinal de contas, no período de isolamento mais radical da pandemia em 2020, grande parte dos brasileiros mudou os hábitos para pior. E muitos não retomaram hábitos saudáveis depois.
 
E uma pesquisa recente traz dados preocupantes. Mas, antes de sabermos quais, será que você faz parte dessa estatística?
mudou hábitos para melhor ou para pior
E muitos não retomaram hábitos saudáveis depois.
 
E uma pesquisa sobre isso traz dados preocupantes. 
 
Mas, antes de sabermos quais, será que você faz parte dessa estatística?

Responda as 3 perguntas abaixo, pensando na sua rotina, de março de 2020 até agora:

1. Você aumentou o consumo de bebidas alcoólicas?

 
SIM ( ) NÃO ( )
 

2. Você aumentou o consumo de ultraprocessados? Como refrigerantes, embutidos, congelados como lasanha, nuggets, hamburguers…

 
SIM ( ) NÃO ( )
 
Entre as alterações importantes associadas a esses alimentos estão a influência no colesterol, aumento da obesidade, entre outros problemas.
 
Esse estudo da Fiocruz, revelado em 2021, traz mais informações.

3. Você deixou de fazer exercícios físicos?

 
SIM ( ) NÃO ( )
 
Como resultado, a falta de atividade física, na pandemia, também contribuiu para o ganho de peso.
 
Conforme a comunidade científica, o Brasil é considerado um dos países mais sedentários do planeta. E o sedentarismo pode levar à morte de mais de cinco milhões de pessoas por ano, em todo o mundo.

O que fazer para não ser considerado sedentário?

Em síntese, fazer atividades moderadas, pelo menos 5 vezes por semana durante 30 minutos. Nesse sentido, vale caminhada em ritmo normal e faxina intensa em casa, por exemplo.
 
Assim sendo, durante o período de maior isolamento da pandemia, em 2020, o consumo de bebida e de alimentos ultraprocessados e sedentarismo foram os fatores que mais tiveram maior alteração por conta do isolamento social.
 
Ou seja, infelizmente, essa influência confirmou o que os médicos já sabiam: o papel destes no agravamento do quadro de doenças crônicas, entre elas o diabetes.
 

Aumento da obesidade

Por fim, o crescimento acelerado no número de obesos está preocupando as autoridades de saúde no Brasil. De acordo com o levantamento do IESP, ainda, há 10 anos, nenhuma capital do país apresentava mais de 20% de obesos. Atualmente, são 16 capitais.
 
Além disso, sempre lembro aqui que, mesmo com intervenção, como cirurgia bariátrica a mudança de hábitos é fundamental para a retomada do equilíbrio e da saúde. Sobretudo, indiretamente a influência os dados de saúde mental na regulação de alimentos e na atividade física.
 

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